quinta-feira, 5 de junho de 2014

Resenha Inferno

Por Débora Andrades

No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído. Robert Langdon está de volta em mais um eletrizante livro do aclamado autor Dan Brown. Seguindo a mesma linha dos títulos anteriores, somos apresentados à uma narrativa detalhista no que se refere aos cenários e acelerada no que se refere às partes de ação. Facilmente o leitor se pegará folhando páginas e mais páginas para tentar descobrir o que está acontecendo em tal perseguição ou momento de perigo. Após acordar dentro de um hospital e não ter a menor ideia do que aconteceu com ele, Robert Langdon começa a desconfiar que alguém está lhe perseguindo e tentando até mesmo matá-lo. Felizmente, nosso protagonista contará com a ajuda da médica Sienna Brooks para fugir e descobrir o que se passou nas últimas 36 horas da sua vida. A trama concentra-se na Itália durante boa parte do livro, onde Robert visitará vários lugares conhecidos a fim de descobrir o significado de um estranho objeto encontrado no seu paletó. Gosto muito das descrições locais feitas pelo Dan Brown e sempre me imagino visitando os lugares de seus livros. Inferno remete claramente à obra Divina Comédia do artista Dante Alighieri e seus desdobramentos, onde a pessoa que comete pecados deve sofrer para ter a chance de chegar ao Paraíso, e é focando exatamente nisso que o protagonista descobrirá os mistérios que o cercam desde que acordou com amnésia.

Resenha Trilogia Cinquenta Tons de Cinza

Por Débora Andrades


Anastasia é uma mulher de 20 e poucos anos que mora com sua amiga Kate em Portland, onde fazem faculdade. Kate quer fazer uma matéria para o jornal da escola, e para isso precisara entrevistar o empresário milionário Christian Grey. Mas Kate adoece e pede à amiga que vá entrevistá-lo no seu lugar. Desde o momento em que se encontram, ambos sentem-se muito atraídos.
Anastasia e Christian tem alguns encontros acidentais e cada vez ele mostra-se mais atraído por ela, assim como ela por ele, embora ele tente manter-se distante, e ela não entenda o motivo.
Ana consegue marcar um ensaio fotográfico com Christian para colocar as fotos ao lado da entrevista, e então ele a chama para tomar um café. É quando eles finalmente se aproximam, mesmo que Christian a avise para manter-se longe.
Ela vai até a casa dele, onde ele lhe explicará o motivo pelo qual insiste que não é homem para ela, então ele apresenta um contrato estranho, o qual mostra que os únicos relacionamentos que ele tem são muito fora do normal. Ele não gosta de namoros, ou coisas do tipo, o que sempre levou todo mundo a pensar que ele é gay (principalmente por nunca ter tido uma namorada, e não ter uma única foto ao lado de uma mulher. A primeira foto ao lado de uma mulher, é na formatura de Ana, pois ele foi convidado para entregar os diplomas e fazer um pequeno discurso. E isso a deixa muito feliz).
Ele mostra à Ana uma papelada: contratos. Ele sempre foi controlador - inclusive nos relacionamentos. Gosta que as mulheres que fazem sexo com ele, sejam suas submissas: assinem papéis prometendo sigilo sobre tudo o que acontece entre eles, e sobre a relação. Além de que estão dispostas a fazer tudo o que ele mandar. Mas o que ele quer não é tão simples, pois ele é sadomasoquista - sente prazer com a dor.
Ana se apavora, mas sabe que não consegue manter-se longe dele, pois está apaixonada.
Ele dá um tempo para ela pensar, mas não aguenta esperar para transar com ela, pois o que sente por ela, vai muito além do que sentia por todas as outras submissas. E Christian fica pasmo quando descobre que Ana é virgem.
Eles se apaixonam perdidamente, mas a relação é confusa: Ana não quer contratos, tem medo. E não suportaria o fato de ser submissa. Também acha estranho o fato de Christian não deixar que ela o toque. Ela descobre cicatrizes no corpo dele e que ele teve uma vida dura demais, pois sua mãe era prostitua. Ainda pequeno, foi adotado pelos Grey, uma família muito rica, que o tirou da vida ruim e miserável que levava, quando a sua mãe biológica se suicidou. Christian já passou fome, e é um homem traumatizado. Aos 15 anos, foi seduzido por uma amiga dos seus pais, e foi a relação com essa mulher, a Mrs. Robinson, que o tornou dessa forma, digamos que foi ela que o fez tornar-se sadomasoquista e ter pânico de relacionamentos.
Ana surpreende-se cada vez mais com a história dele e se assusta muito, acha que é demais para ele. Mas Christian não consegue viver longe dela. Mas é com uma surra grande - realizada com o consentimento de Ana - que ela nota não poder dar a ele tudo o que ele quer, e apavorada ela o deixa, dizendo que não voltaria mais e que cada um deveria seguir a sua vida.
No Cinquenta Tons Mais Escuros, Christian procura Ana, dizendo que está disposto a tentar mudar tudo por ela. Ele, que nunca quis relacionamentos, decide que tentará mais por ela, como ele a ama e não consegue viver sem ela, ele tentará ter um relacionamento normal com ela. Porém, ela não poderá tocá-lo.
Ele a apresenta para a família, que passa a adorá-la, e fica muito feliz pelo fato de Christian ter uma namorada.
Ele quer dar a ela uma vida de luxo, mas ela não gosta de aceitar o dinheiro dele, e isso a faz amá-la mais ainda. A relação deles fica firme. Ana se muda para a cidade de Christian. Mas um problema surge, uma ex-submissa aparece para atrapalhar a vida deles. Christian descobre que a ex-submissa, chamada Leila, está armada, e meio que perseguindo os dois. Com a vida deles em perigo, é necessário ficar alerta.

Resenha Saga Crepúsculo

Por Débora Andrades

O primeiro livro da série Crepúsculo traz o encontro entre Bella Swan e o vampiro Edward Cullen na pequena cidadezinha de Forks, no estado de Washington.
É no primeiro episódio desta saga amorosa, que conhecemos um dos principais dilemas da vida de Edward: amar Bella do jeito que ela é, e isso implicaria mantê-la viva, ou não resistir ao delicioso cheiro de seu sangue e matá-la. Outra opção seria também transformar Bella numa vampira.
Lua Nova : A continuação do primeiro livro traz uma das maiores confusões sentimentais de Bella, pois ela fica dividida entre o amor que sente pelo vampiro Edward e a paixão repentina pelo lobisomem Jacob.
Parte desse outro impasse é culpa de Edward, uma vez que abandona a cidade de Forks depois que Bella é atacada por Jasper. Depois disso, a protagonista passa a ser perseguida por uma das vampiras do grupo de James (morto no primeiro livro), passando a receber proteção da tribo de Jacob.
No final, após tentativas de suicídio tanto de Edward e Bella, eles terminam juntos, mas com uma condição imposta pela família (os Volturi) líder dos vampiros no mundo: Bella deve ser tornar vampira como seu namorado.
Eclipse: No terceiro livro, Bella ainda continua como humana, pois Edward se recusa a transformá-la em vampira. Só que neste episódio da saga, o conflito está em um novo exército de seres vampirescos nas ruas de Seattle. Para proteger Bella, há uma união aparentemente impossível: lobisomens se juntam com os vampiros da família de Carlisle. Ao final, Bella sai viva e aceita se casar com Edward, acabando com as últimas esperanças de Jacob.
Amanhecer: A história termina com a gravidez difícil de Bella, pois um bebê meio homem meio vampiro representa um perigo à sua saúde. A protagonista tem que começar a beber sangue para sobreviver e durante o parto, quando esta prestes a morrer, é transformada em vampira. A história termina feliz, apesar dos contratempos com os Volturi e com a tribo de Jacob que acreditam que o filho de Bella e Edward representa uma ameaça às suas vidas.

Resenha O Símbolo Perdido

Por Débora Andrades

Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está. Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

Resenha Saga Guerra dos Tronos - Toda a história

Por Débora Andrades

WESTEROS
A história de Game of Thrones acontece em um mundo ficcional que é dividido em vários continentes.
Grande parte dessa história se passa em Westeros, um continente composto (antes da unificação) por Sete Reinos e uma área não mapeada ao norte, que é separada do restante do reino por uma parede maciça de gelo, a Muralha (The Wall) que é guardada pela Patrulha da Noite (Night Watch).
Esta terra ao norte não é mapeada, devido às temperaturas extremamente baixas e aos habitantes hostis conhecidos como wildlings (selvagens). As terras do norte de Westeros são menos povoadas que as terras do sul.
Os Sete Reinos, como uma nação única, tem suas origens na Guerra da Conquista, quando o valiriano Aegon I invadiu Westeros com seus dragões, conquistando seis das sete nações independentes e consolidando-os sob o governo único da Casa Targaryen. Cada reino, por sua vez, é governado por um alto lord que responde diretamente e apenas ao Rei. Antes da Conquista estes reinos eram: O Norte, governado pela Casa Stark como Reis do Inverno; O Vale, governado pela Casa Arryn como Reis da Montanha e do Vale; As Terras da Tempestade, governadas pelos Reis da Tempestade; A Campina, governada pela extinta Casa Gardener; As terras do Oeste, governada pela Casa Lannister como Reis do Rochedo; As Ilhas de Ferro e as Terras dos Rios, governadas pela extinta Casa Hoare; Aegon construiu a capital da nova nação no lugar em que pousou primeiro, Porto Real; O último reino, Dorne, só entrou para os domínios dos Targaryen dois séculos mais tarde por meio de um pacto de casamento.
Após a guerra os Sete Reinos foram reunidos sob o domínio da Casa Targaryen, porém cada região permaneceu sob controle de uma das casas mais importantes.
As estações do ano em Westeros têm durações imprevisíveis, os invernos e verões durar muitos anos. No início de Game of Thrones o último verão durou uma década, por isso muitos temem que um inverno longo e rígido esteja chegando.

CIDADES LIVRES
As cidades livres (the Free Cities) são um grupo de nove cidades agrupadas ao longo da costa ocidental do continente Essos. Essas cidades negociam e interagem freqüentemente com os Sete Reinos de Westeros. Antigamente, essas cidades (exceto Braavos) eram colônias do império Valyriano.
As cidades são: Pentos, Braavos, Lys, Qohor, Norvos, Myr, Tyrosh, Volantis e Lorath.

DOTHRAKI
O povo Dothraki tem uma cultura nômade e guerreira. Os Dothrakis cavalgam pelas estepes do Mar Dothraki. Eles tem pele e olhos amendoados, vivem em tribos chamadas khalasars, cada tribo é dirigida por um chefe chamado khal. Os Khalasars são divididos em grupos, chamados khas, que são lideradas por um dos capitães do khal, o chamado khos.

Os Dothraki tem apenas uma cidade permanente, Vaes Dothrak, que serve como sua capital.

A MURALHA
A Muralha é uma parede de gelo maciço na fronteira norte de Westeros.
De acordo com as lendas, acredita-se que a Muralha tenha sido construída há cerca de 8.000 anos por Brandon, o Construtor (Brandon the builder) um Stark, com a finalidade de proteger os Sete Reinos de uma ameaça do Norte. A maioria acredita que a ameaça sejam os selvagens (wildlings) que habitam o norte e finalidade da Muralha seja proteger o Reino de uma invasão, porém alguns acreditam que a Muralha tenha propriedades mágicas com a finalidade de proteger o Reino dos “Outros”.

PATRULHA DA NOITE
A Patrulha da Noite (Night’s Watch) é uma organização cujo objetivo é proteger o reino e defender a Muralha.
Apesar da grande importância que teve ao longo dos anos, atualmente a Patrulha da Noite tem funcionado como uma colônia penal, para onde são enviados criminosos, os exilados políticos e nobres derrotados.
A Patrulha da Noite vem diminuindo cada vez mais, porém ainda é composta por homens capazes e dedicados. Atualmente a função dos irmãos da Patrulha da Noite garantem que os selvagens que vivem nas regiões ao norte da Muralha, não atravessem e invadam para o lado sul da Muralha.
Apenas homens podem servir à Patrulha da Noite e devem servir durante toda a vida. Se um homem ingressar voluntariamente, ele é livre para sair a qualquer momento em sua formação, porém se ele ingressou como uma punição criminal ou se for um exilado ele nunca poderá deixar a Patrulha da Noite, assim como depois que ele fizer os seus votos, um juramento que inclui a promessa de nunca tomar uma esposa ou ter filhos.
A deserção é punível com a morte. Os homens da Patrulha da Noite vestem somente roupas pretas.
Por que Will foi considerado um desertor quando foi para Winterfell e Benjen Stark foi para winterfell mas não foi considerado um desertor?
Bem, Will não estava indo para Winterfell, ele estava fugindoo mais longe possível do norte, com medo dos Outros, porém no caminho acabou sendo capturado pelos homens de Ned, em algum lugar nas terras de Ned. Como ele havia fugido e abandonado a sua missão (e poderia também ter matado seus companheiros, mas NÓS sabemos que não), ele foi capturado e condenado à morte por deserção. Benjen foi para Winterfell por causa da viagem do rei. Como nós sabemos, a Patrulha enfrenta grandes dificuldades atualmente, Benjen certamente foi pedir ao rei que enviasse mais homens à Muralha, da mesma forma que o Lorde Comandante pede à Tyrion quando este vai a Muralha. Além diss, Benjen foi visitar sua família e levar novos recrutas para a Patrulha (como Jon Snow), mas o ponto principal é que diferentemente de Will ele recebeu autorização para viajar, por isso não era um desertor.
Como Will que estava a norte da Muralha foi encontrado ao Sul, para isso ele não deveria ter passado pela Muralha?
Sim, Will atravessou a Muralha. Existem dezenove fortalezas construídas ao longo da Muralha, porém atualmente apenas três, estão ocupadas durante a história d’ As Crônicas de Gelo e Fogo. Entre as fortalezas inabitadas a floresta está chegando cada vez mais perto da Muralha. Esses problemas se devem ao reduzido número de irmãos na Patrulha atualmente. Eu acredito que Will como um irmão da Patrulha e um ótimo rastreador deve saber quais os locais inabitados e desguarnecidos, por isso ele consegui atravessar, sem ser pego pelos irmãos da Patrulha.

OS OUTROS
Os Outros, são uma raça de criaturas que existem ao Norte da Muralha.
Antes dos acontecimentos de “A Guerra dos Tronos”, os Outros não tinha sido vistos em Westeros desde o final d’ A Longa Noite há mais de 8.000 anos atrás.
A Longa Noite é o nome dado a um período da história em que uma escuridão terrível caiu sobre Westeros e o Leste. Ela ocorreu cerca de oito mil anos antes de Aegon O Consquistador chegar a Westeros, no meio de um grande inverno que durou anos. A Longa Noite durou uma geração e devastou boa parte do mundo através da fome e do terror.
Nos Sete Reinos, os Outros são considerados uma raça extinta, ou simplesmente um conto de fadas. Eventos ocorridos n’ As Crônicas de Gelo e Fogo comprovam que essa crença seja falsa
.Mais informações aqui e aqui.

QUANTOS SÃO OS LOBOS GIGANTES?
No início do livro Robb Stark e Jon Snow encontram uma loba morta com seis filhotes, um para cada filho da casa Stark e mais um para Jon Snow, o bastardo.
Os lobos foram encontrados na neve pelos Starks junto com sua mãe, uma loba maior que um pônei estava morta na neve com um chifre de cervo enterrado em seu pescoço. Segundo algumas lendas, a mãe pode ter dado a luz após a morte. A símbologia da sua morte significa para Catelyn um mau agouro para os Starks.
Os filhotes passam a ser criados pelas crianças que as amam de todo o coração. Até mesmo o pequeno Rickon que só tem três anos (no livro) ganha a obrigação de criar seu lobo, o Cão Felpudo (Shaggydog).
Devido a enorme importância desses lobos para todos os acontecimentos que sucedem à Casa Stark, os lobos tem uma importância incalculável na história.
Os lobos são uma parte da saga que misturam o real e a fantasia, o amor dos Starks pelos seus filhotes é tão grande que uma ligação sobrenatural é criada entre eles.
Os lobos são: Vento cinzento (Grey Wind) – o lobo de Robb; Fantasma (Ghost) – o lobo albino de Jon Snow; Lady – a lôba de Sansa Stark; Nymeria – a lôba de Arya; Verão (Summer) – o lobo de Bran; Cão felpudo (ShaggyDog) – o lobo de Rickon Stark.

MÃO DO REI
A Mão do Rei é o principal conselheiro do rei e também um executor de seu comando sobre os Sete Reinos. A Mão deve comandar o exército real, elaborar leis, fazer a justiça e administrar o reino, tendo autoridade para agir em nome do rei. Jon Arryn foi o último a ocupar o cargo, porém com sua morte misteriosa, Robert nomeou seu amigo de confiança Eddard Stark para ocupar o cargo.

QUEM SÃO OS SETE?
A Fé dos Sete é a religião oficial dos Sete Reinos e está fortemente integrada às suas leis e cultura. A Fé dos Sete é uma religião onde se venera uma divindade com sete aspectos (ou faces).
As Sete Faces são: Mãe, Pai, Guerreiro, Virgem, Ferreiro , Senhora, Estranho.

QUEM SÃO OS DEUSES ANTIGOS?
Os deuses antigos são espíritos da natureza, sem nome, que são principalmente adorados no Norte embora ainda haja adeptos dessa religião nas regiões do sul.
Quando os Ândalos (que vieram do oeste) conquistaram o sul de Westeros, eles trouxeram com eles a sua Fé dos Sete (fé nos Sete deuses).
Os espíritos foram então apelidados de Deuses Antigos e a prática do seu culto tornou-se limitada ao norte de Westeros.

MEISTRES
Os Maesters são uma ordem de acadêmicos, médicos e cientistas que são formados em uma escola chamada Cidadela.
São estudiosos, cientistas, conselheiros para a nobreza e, ocasionalmente, os pesquisadores pseudo-religiosos do ocultismo.
Os homens de qualquer idade podem começar a treinar como um Maester; mulheres não têm permissão para estudar ou ingressar na Ordem.
As famílias nobres de Westeros, por vezes, enviam seus filhos mais jovens para a Cidadela. O Maester, como os irmãos da Patrulha da Noite, são considerados agentes de Westeros e todo o seu povo e, em teoria não tem filiação política.

Resenha Anjos e Demônios

Por Débora Andrades


Anjos e Demônios de Dan Brown apresenta-nos a personagem de Robert Langdon, professor de iconologia religiosa e história da arte na Universidade de Harvard. À medida que os acontecimentos se desenrolam, ele é acordado por um telefonema de Maximilian Kohler, o director do CERN, o maior centro de investigação científica do mundo situado em Génova, Suíça. Um dos seus maiores físicos fora assassinado e tinha a palavra Illuminati marcada no peito. Como Langdon é um perito na antiga sociedade secreta conhecida comoIlluminati, é-lhe pedida ajuda na resolução deste assassinato. O avião ultra-moderno X-33 transporta Lagdon de Massachusetts até à Suíça em pouco mais de uma hora.
A vítima assassinada é Leonardo Vetra que, além de ser um dos principais físicos do mundo, é também um padre Católico. Ele é um padre que adotou uma filha, Vittoria, que é também cientista no CERN. Isto era a maior suspensão de descrença para mim, um homem que é padre, pai e um físico de topo, mas aceitar isto é abrir caminho para o desenrolar da história. Vetra e a sua filha estavam a usar o maior acelerador de partículas do mundo para criar antimatéria para depois a reterem em vasilhas para que esta não interagisse com a matéria.
Se uma vasilha for retirada do sistema elétrico que mantém a matéria e antimatéria separadas são acionadas baterias de substituição durante 24 horas. Quando às 24 horas expirarem, ambas colidirão provocando uma explosão instantânea com uma força poderosa, sem precedentes. Leonardo Vetra criou a antimatéria para simular o Big Ben. Do seu ponto de vista, isto provaria que Deus existe, sendo capaz de criar nova matéria e antimatéria da mesma forma que Deus criou o universo. No entanto, o assassinato de Vetra permite que uma das vasilhas seja roubada. A dúvida sobre a identidade do ladrão e o destino que dará ao recipiente será esclarecida em breve.
Este recipiente é rapidamente descoberto numa câmara de segurança na Cidade do Vaticano, com o seu relógio em contagem decrescente à medida que a bateria se esgota. Entretanto, a câmara de segurança não é encontrada e, assim, também o paradeiro da própria vasilha é um mistério. Langdon e Vittoria Petra são rapidamente enviados para a Cidade do Vaticano, em Roma, para ajudarem a encontrar a vasilha e devolvê-la ao CERN antes que exploda, à meia-noite. Não só existe a ameaça da vasilha destruir a Cidade do Vaticano como, com a recente morte do Papa, os cardeais da Igreja Católica encontram-se reunidos no conclave para a escolha do novo Papa. Eles estão prestes a isolarem-se no interior da Capela Sistina onde, de acordo com as regras da Igreja, terão de permanecer até um novo Papa ser escolhido. Eles aguardam o preferiti, os quatro cardeais de quatro países europeus diferentes que são os candidatos preferenciais a tornarem-se o novo Papa.
Enquanto Langdon e Vittoria tentam convencer o capitão da Guarda Suíça e o Camerlengo, o substituto do Papa que lidera a Igreja até ser escolhido novo Papa, que a bomba antimatéria é real, é recebida uma chamada de um homem que se intitula pertencer à Illuminati. Ele tem os quatro cardeais, que ameaça matar um a um e permitir que a bomba destrua a Cidade do Vaticano, que inclui não só a hierarquia da Igreja, mas também as suas posses e riquezas. Ele não tem exigências; o seu único desejo é destruir a Igreja Católica como resposta ao tratamento que a mesma tem dado aos cientistas e à Illuminati ao longo dos séculos. Langdon e Vetra estão numa corrida contra o tempo. Eles pesquisam em arquivos e mistérios antigos para encontrarem pistas, que requerem bastantes conhecimentos prévios em história da arte e simbologia religiosa. Isto faz de Lagdon o guia mestre desta viagem pelo conhecimento inato e acadêmico, dando o seu melhor para educar sem parecer superior com a sua própria inteligência.
Tal como o Código da Vinci, Langdon percebe o suficiente sobre cada mistério para ir à procura das peças necessárias para resolver cada puzzle, que o leva ao próximo. Vittoria é bonita, forte e determinada em vingar a morte do pai e evitar que a vasilha exploda. Ambos estão constantemente um passo atrás da Illuminati e, uma vez que se torna claro que a Guarda Suíça e a Cidade do Vaticano foram penetradas pela sociedade antiga, eles não sabem em quem confiar. Isto os leva até igrejas, fontes, criptas, passagens esquecidas ou secretas e catacumbas. A morte espreita-os em cada esquina, de uma forma ou de outra.

Resenha Saga Cidade dos Ossos; Cidade das Cinzas; Cidade de Vidro; Cidade dos Anjos Caídos; Cidade das Almas Perdidas e aguardando o Cidade do Fogo Celeste

Por Débora Andrades


Os Instrumentos mortais é uma série de aventuras fantásticas escrita por Cassandra Clare, a qual inclui os seguintes livros, Cidade dos ossos, Cidade das cinzas, Cidade de vidro, Cidade dos anjos caídos, Cidade das almas perdidas e Cidade do fogo celeste. Cidade dos ossos já ganhou sua adaptação cinematográfica.
O primeiro livro da série Instrumentos mortais conta a história de Clary Fray, uma adolescente de 15 anos comum. Tudo muda quando Clary e seu melhor amigo Simon Lewis resolvem ir ao Pandemonium, um clube para todas as idades muito frequentado por eles.
Dentro da balada Clary presencia algo que não consegue acreditar, três adolescente com tatuagens estão para matar um menino bem ali na sua frente, mas parece que nem Simon nem os seguranças do clube conseguem ver isso, só ela enxerga o grupo.
Diante de tamanha covardia Clary não se contém e avança para tentar impedir o assassinato. Os adolescentes tatuados levam o outro para uma sala nos fundos do clube, e Clary não perde tempo em segui-los, quando Clary abre a porta ela vê o assassinato acontecendo e não consegue impedir.
Depois do ocorrido Jace, o adolescente loiro que matou o outro, jura de pé junto que ele não foi um mundano (pessoas como eu e você) que morreu e sim um demônio. Clary fica sem entender nada, já que o menino morto sumiu, seu corpo virou cinzas, o que não é algo muito comum quando as pessoas morrem.
Jace diz que pode explicar as coisas para Clary, e eles combinam de se encontrarem no dia seguinte para Clary conhecer o tutor de Jace.
No dia seguinte Clary e Jace estão a caminho do que Jace chama de isntituto, mas Clary recebe uma ligação perturbadora de sua mãe e resolve voltar pra casa.
Chegando em casa o que Clary encontra não é o que esperava, sua mãe sumiu, o apartamento está todo revirado e quando Clary tenta entrar em seu quarto um demônio nada amigável lhe aguarda.
Clary consegue matar a “coisa” por pura sorte, mas o demônio conseguiu envenena-la e agora sua única chance de sobreviver é ir com Jace até o instituto. Clary se vê sozinha em meio a estranhos e seu mundo confiável e tranquilo está severamente abalado!
Sua mãe sumiu, e parece que Jace estava realmente falando a verdade, demônios existem!
Em Cidade das Cinzas Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau... e também o pai de Clary e Jace. Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se sim, qual é o seu objetivo? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar — e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai? Nessa sequência de tirar o fôlego da série Os Instrumentos Mortais, Cassandra Clare atrai os leitores de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações.
Em Cidade de Vidro, terceiro volume da série “Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare, Clary finalmente vai até Alicante procurar respostas. E encontra verdades que não gostaria de conhecer. Clary está à procura de uma poção para salvar a vida de sua mãe. Para isso, ela deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, criando um portal sozinha. Só mais uma prova de que seus poderes estão mais sofisticados a cada dia. Para Clary, o perigo que isso representa é tão ou menos assustador quanto o fato de que Jace não a quer por perto. Mas nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastá-la de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe.
Cidade dos Anjos Caídos passa depois da batalha contra demônios que ocorreu em Idris, o país dos Caçadores de Sombras, Clary volta para Nova York para começar seu treinamento de Caçadora de Sombras, ficar ao lado de Jace e ver a mãe se casando. Tudo está bem até membros do submundo começarem a ser encontrados mortos pela cidade. Além disso Clary passa por outro problema, Jace está se afastando dela cada vez mais, e o pior: sem dar explicação alguma. Quem estaria os matando os membros do submundo? Com que objetivo? Clary conseguiria resolver seu problema com Jace? Mais luta, mais romance, mais problemas, mais suspense. Esse quarto volume da série arrasou, não me deixou dormir cedo e fez com que lesse o livro com muita rapidez, ele superou os outros (e olha que é o menorzinho).
Cidade das Almas Perdidas mostra Clary horrorizada ao descobrir que a magia do demônio Lilith ligou Jace ao perverso Sebastian, e que Jace tornou-se um servo do mal. A Clave decide destruir Sebastian, mas não há nenhuma maneira de matar um sem destruir o outro. Mas Clary e seus amigos irão tentar mesmo assim. Ela está disposta a fazer qualquer coisa para salvar Jace, mas ela pode ainda confiar nele? Ou ele está realmente perdido?

Cidade do Fogo Celeste ainda não chegou no Brasil.