quinta-feira, 5 de junho de 2014

Resenha O Código da Vinci

Por Débora Andrades

Com seu misterioso e cativante enredo unido a alucinantes enigmas, narra a história de Sophie Neveu, criptógrafa da polícia de Paris, e do simbologista Rober Langdon. Juntos buscam desvendar um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, que traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. Assim começa o Livro de Dan Brown. A vítima, o curador do museu, Jacques Sunière, seria o líder desta antiga sociedade secreta, o Priorado de Sião, que já teve como membros gente famosa como Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e, é claro, Leonardo da Vinci.
Momentos antes de morrer o curador deixa uma pista cifrada na cena do crime acreditando que desta forma apenas sua neta Sophie Neveau, que era criptógrafa, poderia decifrar. Mas ela falha e é ai que entra Robert Langdon, um famoso professor de simbologia de Harvard (na verdade não existe a cátedra de simbologia, isso é apenas uma das muitas invenções do autor).
As circunstâncias acabam levando os dois a serem considerados suspeito do crime e precisam encontrar a verdade oculta nas obras de Da Vinci enquanto percorrem as ruas de Paris e Londres tentando decifrar um complicado quebra-cabeças que pode levá-los a um segredo milenar que envolve a Igreja Católica Jesus Cristo e Maria Madalena. Sempre a apenas alguns passos à frente da polícia e do assassino, eles precisam elucidar as mensagens e alguns dos maiores mistérios do cristianismo e da arte de Da Vinci que vão deste o sorriso enigmático da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.
Para tentar decifrar os mistérios que encontram pela frente os dois detetives improvisados acabam recorrendo a um velho amigo de Robert Langdon, Sir Leigh Teabing, historiador britânico especialista em Santo Graal,. Na casa desta figura fantástica Sophie Neveau fica conhecendo a teoria central de toda a trama: Jesus Cristo teria sido um descendente da família real judaica (o que realmente é verdade) e que seria um homem comum tentando recuperar seu trono. Ele teria se casado com Maria Madalena, que na verdade nunca foi prostituta (isso também provavelmente é verdade) e teria tido um filho com ela. Maria Madalena teria fugido para a França quando Jesus foi executado e sua filha com Jesus teria dado origem aos Merovíngeos, a primeira dinastia dos reis da França. O Priorado de Sião seria, então, uma sociedade secreta destinada a proteger os descendentes de Jesus pois eles seriam os portadores do Santo Graal pois o termo significaria Sangue Real.
No final do livro, após muitas peripécias e revelações fica-se sabendo que o último descendente vivo de Cristo agora é a própria Sophie Neveau, pois ela é orfãm e seu único parente era o curador do Museu que morreu no início da trama! E, adivinhem, o assassino não era ninguém menos que o grande amigo de Robert Langdon, Sir Leigh Teabing, que encomendou o crime a um integrante do Opus Dei, porque estava ansioso por se apoderar do segredo do Santo Graal a qualquer custo.


Resenha Fortaleza Digital

Por Débora Andrades


Quando o supercomputador da NSA, até então considerado uma arma invencível para decodificar mensagens terroristas transmitidas pela Internet, se depara com um novo código que não pode ser quebrado, a agência recorre à sua mais brilhante criptógrafa, a bela matemática Susan Fletcher. Presa numa teia de segredos e mentiras, sem saber em quem confiar, Susan precisa encontrar a chave do engenhoso código para evitar o maior desastre da história da inteligência americana e para salvar a sua vida e a do homem que ama. Uma corrida desesperada se desenrola paralelamente nos corredores do submundo do poder, nos arranha-céus de Tóquio e nas ruas de Sevilha. É uma batalha de vida ou morte que pode mudar para sempre o equilíbrio de forças no mundo.
A personagem principal Susan Fletcher precisa descobrir a chave de um novo código criado por um ex-funcionário da própria NSA e que agora pretender expor todos os segredos da empresa ao mundo. Para isso, contará com a ajuda do comandante Strathmore para tentar descobrir o segredo desse enigma. Ao mesmo tempo, o seu marido David Becker é enviado à Espanha para resolver um assunto secreto que parece estar interligado ao misterioso código.
O livro, conforme a narrativa vai se desenrolando, começa a debater algumas questões éticas bem interessantes. Dentre elas, a privacidade eletrônica dos cidadãos americanos e as complicações de se ter a vida exposta para todo o mundo. Apesar disso, a NSA é uma potência no mundo digital e precisa fazer de tudo para descobrir o que está acontecendo pelo planeta, mesmo que isso signifique observar e-mails alheios e conversas pessoais.
A narrativa, mesmo sendo em terceira pessoa, consegue fazer com que o leitor tenha cada vez mais vontade de ler o livro e descobrir o que realmente está acontecendo. Os capítulos são curtos e a história não fica monótona, pois os inimigos da NSA parecem estar sempre um passo à frente e é necessária muita inteligência para seguir seus passos.
Porém, nem tudo é um mar de rosas. Me perdi várias vezes no livro tentando descobrir o significado de algumas palavras estranhas e bem diferente usadas pelos criptógrafos. Isso só serviu para eu ter certeza que entendo muito pouco de computadores.
Nada que tire o brilho e a esperteza do excelente final escrito pelo autor. Quando tudo parecer perdido, uma luz no fim do túnel aparecerá e tudo mudará de uma página pra outra.

Resenha A Hospedeira

Por Débora Andrades


“Em tantos milênios, os humanos nunca entenderam o amor. Quanto é físico, quanto está na mente? Quanto é acidente e quanto é destino? Por que casamentos perfeitos se desintegram e casais impossíveis prosperam? Não sei as respostas nem um pouco mais que eles. O amor simplesmente está onde está."
O planeta Terra é invadido por extraterrestres que utilizam nossos corpos como hospedeiros. Esses ets conhecidos como almas são totalmente generosos e honestos, mentiras e traições não existem para eles. Entre as almas temos Peregrina, uma alma que viveu em muitos outros planetas e se tornou uma espécie de celebridade por este feito.
No início do livro Peregrina é introduzida em sua hospedeira humana, Melanie. O dever de Peregrina é descobrir os segredos na mente da Melanie e consequentemente se existe e onde estão outros humanos. Mas algo não sai como o esperado. Melanie, mesmo sem o controle do seu corpo atormenta Peregrina com seus sonhos e impede Peregrina de acessar sua memórias.
Para as almas isso é algo novo, um hospedeiro rebelde que permanece lúcido após a inserção. Durante todo o livro temos muitas conversas entre as duas personagens presas no mesmo corpo. Algumas até muito inteligentes.
A Peregrina busca ajuda para expulsar Melanie e é aí que conhecemos a Buscadora. Os Buscadores são as únicas almas que mentem e possui maldade. A Buscadora não sai do pé de Peregrina. Ela começa a ficar perturbada pelos sonhos da hospedeira e depois de acessar uma informação no subconsciente da Melanie ela parte em uma aventura que pode ser muito perigosa.

Resenha Quinze dias em Setembro


Por Débora Andrades

O que pode acontecer em quinze dias? Em geral, muito pouco... Mas e se o mês for setembro, do ano de 2001? Aí sua vida - ou melhor, toda a história - pode ficar marcada para sempre! Fefê é um playboy paulistano. Donovan e Steinberg são investigadores do FBI. Amina é médica. Samira sonha em ser modelo. Mathew e Natalie são jornalistas. Hafez, Mohamed e Ibrahim são religiosos extremistas. O que todos têm em comum? Suas vidas se encontram por causa de um único evento - o ataque terrorista às Torres Gêmeas do World Trade Center. Quinze dias em setembro conta não uma, mas várias histórias que no decorrer da narrativa vai se entrelaçando. A história se passa simultaneamente entre São Paulo e Nova York. São vários personagens.
Tive medo de pelo fato de ter vários personagens o autor não conseguir tornar todos marcantes, mas todos tiveram seu papel bem colocado e bem escrito, eu gostei muito.
Temos como personagens Fefê, um playboy paulistano que vive torrando o dinheiro sem pensar no amanhã. É filho de Fernando e Marialva, dons da “Fernando Henriques Import & Export”. Ele é o caçula, é muito infantil, tímido de mais e seus encontros com os amigos só ocorrem porque ele é quem banca tudo. Enfim, é uma pessoa que vive a base do dinheiro, e com esse pensamento ambicioso ele acaba esquecendo e dando atenção á família.
Donovan e Steinberg são investigadores do FBI, tem a médica Amina que acaba se envolvendo com Hafez um dos três (Ibrahim e Mohamed) extremistas religiosos que trabalham para a Al Qaeda. E tem Samira, uma jovem que sonha em ser modelo, e nesse caminho em busca de realizar o seu sonho ela acaba conhecendo Erik um homem muito mal e violento, e ela acaba se tornando sua escrava. No decorrer da história ela acaba se envolvendo com Fefê, para ajudar nos planos de Erik, porém ela acaba se apaixonando verdadeiramente por ele. A vida de todos se encontram no dia 11 de setembro de 2001, no dia do ataque terrorista ás Torres Gêmeas do World Trade Center.



Resenha Narcoditadura

Por Débora Andrades

Se o jornalista não deve nunca perder a capacidade de indignação, o repórter Percival de Souza indignou-se duplamente: com o assassinato do amigo Tim Lopes, ocorrido em junho, na Favela da Grota, no Rio, e com a cobertura da mídia nos dias e semanas seguintes ao episódio. "Não fiquei satisfeito com o que li respeito do caso", diz Percival. E dessa insatisfação nasceu o livro Narcoditadura, recém-chegado às livrarias, que traz o subtítulo "O caso Tim Lopes, crime organizado e jornalismo investigativo no Brasil".
Ainda ruminando a perda do amigo, dois fatos subsequentes potencializaram a indignação do repórter. O primeiro, ao tomar conhecimento do sufoco por que passou um colega americano, vindo de Nova York, que no Rio decidiu participar de um favela tour na Rocinha, zona sul da cidade. A certa altura do trajeto, achou que poderia fotografar uma cena local utilizando-se de um flash. Ao espocar da luz, um jovem armado de fuzil apareceu do nada e ameaçou o jornalista, aos berros: "Pára com isso, aqui é área do tráfico, é área do tráfico!" O americano perdeu o filme e a câmera antes de ser liberado, trêmulo, para voltar ao hotel e contar sua história. Percival relembra: "Fiquei furioso. Quer dizer que agora só podemos ir aonde o traficante deixar?"
O segundo fato deu-se quando jornalistas do Rio pretenderam realizar um ato em homenagem a Tim Lopes no alto do Morro do Alemão, no local onde o repórter da Rede Globo foi seviciado e morto. Proibida pelo tráfico, a manifestação foi transferida para a Igreja da Penha. "Eu era amigo dele e toda essa história me transtornou muito", diz Percival. Foi quando decidiu partir para o trabalho. "Um livro como esse não seria feito em menos de dois anos. Mas a vontade de fazer foi maior do que as limitações. Escrevi com a alma e com o coração." Apurou as informações até o final de agosto e em 1º de setembro começou a escrever. Trancou-se em casa por 45 dias e de lá saiu com o texto pronto para a editora.
Narcoditadura reconstitui a história do assassinato de Tim Lopes com um pano de fundo tecido por fios condutores que levam ao tráfico e ao crime organizado; no permeio da narrativa, uma discussão sobre o jornalismo investigativo e seus riscos. "O trabalho do repórter investigativo é muito solitário, só ele é capaz de avaliar os riscos que corre e não tem como dividi-los com ninguém", diz Percival, ainda incomodado sobre o que leu a propósito da "proteção" que teria faltado a Tim Lopes.
Baseado em São Paulo, na fase de apuração Percival foi várias vezes ao Rio. "Além de conhecer o local onde se deu o crime, eu precisava entender muitas coisas. Como, por exemplo, o fato de Elias Maluco [mentor e executor do assassinato de Tim] ter ficado preso por quatro anos e, por meio de um habeas corpus, ganhado a liberdade. Isso mostra o poder dos traficantes, o alcance do crime organizado, as mazelas de um Judiciário irresponsável e o papel desempenhado por advogados tão bandidos quanto os bandidos." (Elias Maluco foi solto porque, na fase de instrução de um processo de seqüestro do qual era réu, os procedimentos foram procrastinados ostensivamente a ponto de a sentença não ser proferida. Depois de quatro anos sem condenação, não foi difícil aos seus advogados conseguir o habeas corpus).
Os jornalistas, segundo Percival, também protagonizaram cenas no mínimo heterodoxas nos atos seguintes ao crime. Como o fato, relatado no livro, de, no calor da comoção, o jornal O Globo ter colocado um colete à prova de balas à disposição de seus jornalistas que se sentissem ameaçados na cobertura da cidade. "Os jornalistas ficavam olhando aquele colete na redação... uma cena constrangedora", diz.
Para ir ao local por onde transitava e foi capturado Tim Lopes, Percival subiu clandestinamente o Morro do Alemão a bordo de uma caminhonete de entrega de produtos diversos para os botecos locais. O veículo tinha uma caçamba com janelas de vidro fumê. Como era um carro conhecido na área, não tinha problemas em circular. "Só contei isso para minha mulher no mês passado", confessa. Primeiro, o repórter apenas observou. Depois de diversas caronas, chegou o dia em que Percival finalmente desceu no ponto final do trajeto, perto do local onde fica a gruta denominada microondas pelos traficantes. Ali eram queimados os corpos das vítimas das gangues.
"Foi um choque. Minha primeira reação foi um choro convulsivo. Você vai caminhando pelo lugar e percebendo as coisas lentamente. O que me chamou a atenção foram os muitos aros metálicos espalhados pelo chão. O que era aquilo? Eram cintas de aço, a parte do pneu que não se queima. Cada cinta daquelas era uma morte", lembra, referindo-se à prática dos bandidos de incinerar os corpos das vítimas embalados em pneus velhos.

Resenha Diários de Uma Paixão

Por Débora Andrades


"Não sou nada especial, disso estou certo. Sou um homem comum, com pensamentos comuns, e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome em breve será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou". Noah Calhoun Assim tem início uma das mais emocionantes e intensas histórias de amor que você lerá na vida... O livro é o retrato de uma relação rara e bela, que resistiu ao teste do tempo e das circunstâncias. Com um encanto que raramente é encontrado na literatura atual, O Diário de uma Paixão de Nicholas Sparks, o consagra como um contador de histórias clássicas, com uma perspectiva excepcional sobre a mais importante e única emoção que nos mantém. Com mais de 12 milhões de cópias vendidas, o livro que emocionou as pessoas ao redor do mundo, foi traduzido para mais de 20 línguas.
Você alguma vez terminou de ler um livro e simplesmente não sabia o que pensar sobre o que tinha acabado de ler? Este é um ótimo exemplo.
Um livro para se ler antes de dormir, pra se grifar frases. frases que marcam, frases que podem resumir o livro inteiro em 3 linhas.
Um livro que ao acabar de ler, tenta-se pensar sobre a história, mas tudo o que consegue-se fazer é sentir. Sentir o amor que eles compartilham, sentir sobre o que a história se trata e entrar nela.
"Nenhum afogado pode saber qual gota de água que fez a sua respiração parar."
Característica da maioria dos livros do magnífico autor Nicholas Sparks, este livro passa aquele sentimento de perda, de amor, de carinho, de felicidade.. e tudo ao mesmo tempo.
Recomendado para todos. Sinceramente, todos deveriam ler este livro ao menos uma vez na vida, e sentir estas emoções.

Resenha Saga Sussurro

Por Débora Andrades





O escritor norte-americano Dan Brown, que se tornou uma estrela mundial com O Código da Vinci, já antes sabia como escrever e orquestrar histórias cativantes, capazes de prender o leitor da primeira à última página. Aproveitando a onda de sucesso do maior bestseller dos últimos tempos, a Bertarnd aproveitou para lançar as obras inéditas de Dan Brown em Portugal.
Assim, depois de Anjos & Demônios chegou a vez de A Conspiração, onde, desta vez, no lugar de um enredo relacionado com religião, temos por tema base a política (no caso norte-americano) e a conquista do espaço.
Como mote para esta aventura temos uma renhida corrida eleitoral à presidência dos Estados Unidos da América: De um lado, o presidente em exercício, Zachary Herney, aparentemente um político íntegro; do outro, surge o pouco escrupuloso senador Sedgwick Sexton. No centro da campanha está a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), acusada por Sexton de desperdiçar os dinheiros públicos que poderiam ser canalizados para outras áreas. Assim, o senador-candidato pretende privatizar a Nasa de forma a reduzir as despesas, tentando, entretanto, desacreditar o organismo. Na própria Nasa nem tudo corre pelo melhor e uma série de missões falhadas, ou inconclusivas, levam a que a tarefa do senador até se torne mais fácil.
Mas, surge uma reviravolta estrondosa. A Nasa descobre no Árctico um meteorito que poderá servir para demonstrar, finalmente, que há vida extraterrestre. Esta será a descoberta que poderá devolver o prestígio perdido da Nasa e, em consequência, ajudar à reeleição do presidente que sempre apoiou a agência espacial. Só que entra o talento de Dan Brown para criar uma boa intriga, que sabe gerir como poucos, de forma a manter sempre preso o leitor
Uma das principais personagens da história é a investigadora Rachel Saxton, que trabalha para os serviços secretos norte-americanos, portanto ligada à presidência, e é, ao mesmo tempo, como o nome indica, filha do senador Saxton – de quem, contudo, não gosta mesmo nada, já que nutre um ódio incomensurável pelo pai, a quem responsabiliza pela morte da mãe.
O curioso da questão é que Rachel é uma das escolhidas para confirmar a autenticidade do meteorito do Árctico. O problema é que acaba por descobrir que tudo não passa de um embuste. Mas, o que não falta neste livro são reviravoltas e o que hoje é verdade amanhã…
No seu estilo de capítulos curtos, quase cinematográfico, Dan Brown apresenta mais um livro empolgante, que servirá, por certo, para cativar muitos leitores, mesmo aqueles que não têm a leitura entre os seus hábitos principais. Para os que têm, está na hora de pôr os preconceitos de parte e aproveitar para se deixar embrenhar numa aventura bem construída que tanto se desenrola no terreno, no caso bem no meio do gelo, como nos bastidores da alta política norte-americana.
A Conspiração é, sem dúvida, um thriller a não perder com a promessa, a quem o começar a ler, que não será fácil largá-lo. E afinal, o que se espera de um livro?

Factos reais
A título de curiosidade refira-se o enredo de A Conspiração se baseia num facto real ocorrido em 1996, ano em que cientistas da Nasa descobriram o meteoritoALH84001, denominado Allen Hills, no qual, disseram, havia vestígios fósseis de vida extraterrestre microbiana. Surgiu uma forte polémica à volta da veracidade destas afirmações, mas recentemente foi possível confirmar que a origem daquele pedaço de rocha era o planeta Marte, mais precisamente Eos Chasma, região que integra um sistema de desfiladeiros.